Quando, de há quinze dias para cá, os banqueiros da nossa praça reagiram ao anúncio pelo Governo de que punha à disposição da banca um fundo de 20 mil milhões de euros (retirados ao trabalho e ao pão das famílias portuguesas) fizeram-no com a dignidade e galhardia que os caracteriza. Sensibilizados, agradeceram. Mas asseguraram que a boa saúde das suas instituições prescindia do uso de tal soma e que a viam apenas como mais um factor de confiança para os depositantes.